segunda-feira, 25 de abril de 2011

Semana Santa e Páscoa

Minha filha está de ressaca!! Mais uma semana inteira de comemorações, abraços, beijinhos, carinho.. percebo que ela ainda não descansou totalmente.. são muitas festinhas, muitas casas pra visitar, muita gente pra paparicar. Bem que ela anda me reclamando da vida difícil.. :p

E ainda por cima ganhou chocolate, brinquedinhos e ovo de Páscoa.. os chocolates e os ovos eu guardei pra quando ela crescer (hihihi).


MJ toda feliz com seu primeiro ovo de Páscoa
Durante o feriadão de Semana Santa, tratamos de promover um dos maiores e mais esperados encontros do ano: o de Maria Joana e Ernesto (ambos os nomes são sugestivos, né?!). Pois é, eles trocaram simpatias desde o primeiro momento.

=)

Conversa vai, conversa vem...
Depois do primeiro encontro, o repeteco! O Sábado de Aleluia esticou aqui em casa:


Muita farra pelo colchão!!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Sete meses

Já chegamos ao sétimo mês.. nossa, como o tempo passa rápido!!! Na verdade, o mesversário de Mariazinha foi no último dia 10, mas só agora estou tendo tempo de postar.


A mesinha especialmente preparada
Como sempre, Maria recebeu os telefonemas de praxe (mesmo sem saber falar ainda), ganhou bolinho, salgadinhos, docinho, muitos beijinhos e abraços e, claro, Los Hermanos (presente diário)!! Mas só consegui tirar a foto quando ela estava ouvindo Bob Marley.


Maria tentando manipular o DVD
O "mama", tão comemorado por mim, tá ficando raro... Mariazinha só fala quando quer. Ela também conversa bastante na língua "bebenês". rsrs.

Ainda não fala "papa", mas percebemos que ela chama o pai como "baba". Está na fase dos beliscões... belisca todo mundo. Eu digo a todos que é a forma que ela encontra de demonstrar carinho, porque ainda falta coordenação motora. Mas ninguém dá crédito... =/


=D
Já segura com muito mais firmeza os objetos que quer.. aliás, quer pegar tudo e colocar na boca. Também já se senta sozinha, embora ainda não esteja com a coluna totalmente durinha. Ainda não engatinha, mas já consegue levantar mais a coluna com esse objetivo. Como não consegue, se arrasta para pegar qualquer coisa que vê à sua frente. Já não fica mais quieta no carrinho, no berço ou em qualquer outro lugar. Sua obsessão agora é ficar no chão... até quando está no braço da gente, se esperneia pra ir ao chão.


Só quer viver no chão...
A gengiva coça cada vez mais e quando passo a fralda para limpar a boquinha, percebo que já está próximo de os dentinhos sairem. No entanto, não saíram ainda. Mas isso não impede que Mariazinha dê umas "mordidinhas" no meu peito.

Aliás, quanto à mama, o leite anda cada vez mais escasso (assunto que merece outro post). Sinto que chegou a hora de desmamar. O meu leite já não é mais suficiente para servir como refeição. Quando ainda a "coloco no peito", é com o objetivo de acalmá-la. Não para alimentar. Não estou em crise, porque já vinha me preparando para esse momento. Além disso, meu dia inteiro é repleto de atividades, então com certeza meu organismo já está se habituando à diminuição da produção de leite.


E o bigodinho de danone? rsrs
Mariazinha ainda não excluiu Los Hermanos de sua vida. Na verdade, eu também estou gostando de ouvi-los. Mas agora ela incluiu na sua lista de favoritos os CDs "Beatles for babies" e "Queen for babies". Está adorando!!! =) 

Anderson, quando Maria crescer,
quero ela longe dessa moto, viu?!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Nossa família colorida

Ainda se destacam na agenda pública as declarações discriminatórias do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) a respeito dos negros e dos homossexuais. As expressões utilizadas pelo parlamentar são de impressionar pela gravidade do preconceito.

Por isso, aproveito meu humilde espaço permitido pela democracia - o que não seria possível no governo de Bolsonaro, defensor do regime militar - para dar minha humilde resposta, em formato de ibope. 

Na minha dica de blog, hoje eu vou dar ibope à "Nossa família colorida". A maternidade é o foco desse blog. Uma maternidade dupla, na verdade. O espaço, muito bem escrito e atualizado com frequência, é comandado por duas mineiras que estão juntas há 9 anos: uma enfermeira e uma analista de sistemas (não consegui identificar o nome de nenhuma delas). 

Elas pensam em ter um filho através de inseminação artificial ou FIV. Além de destacar o layout criativo do blog, enfatizo também a diversidade de temas explorados: fecundação, criação, preconceitos, descobertas... vale muito a pena acompanhar!!

Além disso, o tema principal - casais homoafetivos e seus filhos - ganha corpo e nos mostra muitos elementos da discussão tratados como secundários pela grande mídia e pelos setores mais conservadores e moralistas de nossa sociedade. Vale a pena, vale muuuito a pena!!!


domingo, 3 de abril de 2011

Quantos bebês, quanta vida, quanta alegria... =)

Como é bom celebrar a vida. O sobrinho de minha amiga Mayra finalmente nasceu!! Isaac é fofinho demais, parece um tourinho. Nasceu no último dia 30 de março, com 3,815 kg e 51 cm. Segundo a titia (ainda não falei com a mãe, Natália), ele mama bastante, dorme direitinho e é muito agitado. "Parece que ele já nasceu com um mês", disse a tia Mayra. Como o significado do nome Isaac é "sorridente", desejamos ao pequeno abençoado muita luz, saúde e alegria por toda a vida.

O pequeno Isaac já faz gracinhas =)
Váários outros bebês também já deram o ar de sua graça pelo mundo e eu, atrasada como sempre, não dei o devido espaço para que eles exibissem suas figuras por aqui. Mas agora, com mais tempo, lá vai... um de cada vez.  

O pequeno Gabriel, filho dos militantes Jessy Dayane e Gilson Júnior, também é fofinho e bastante privilegiado. Nasceu numa grande data, no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher - em homenagem às mulheres socialistas e trabalhadoras -, com 2.345 Kg e 44 cm. Já está perto de fazer um mês, é mole? Vejam que coisa gostosa!!

O futuro militante tem nome de anjo: Gabriel
Outro amiguinho de Maria que já deu o ar de sua graça é Enzo. Ele nasceu um dia depois que Gabriel, no dia 9 de março, através de parto cesáreo, com 3,310 kg e 49 cm. Parabéns, querida Laila! Outro que mama bastante, né?! 

Enzo e seu rostinho perfeito!
Como mãe, desejo a todas as mães aqui citadas a paciência e a serenidade necessárias para criar seus filhos. Amor não precisa desejar, esse eu sei que tem de sobra. Beijos no coração de todos!! =)
           

quarta-feira, 30 de março de 2011

Segurando a mamadeira... e jogando videogame!!

Minha Maria já está se achando, só porque consegue segurar a mamadeira sozinha. Toda vez que eu vou dar a mamadeira, ela já toma da minha mão. Gente, é muita folga, né não?! Minha filha cada vez mais criando independência! =)

Segurando com as duas mãos...

... e com uma só também!! =)



Ah!! E também quer jogar Playstation, hein?! Não pode ver o pai jogando que quer tomar o controle. Repare se eu posso com isso...

Diz ela que é jogadora!! hahaha

terça-feira, 29 de março de 2011

Depressão pós-parto

Nesta última semana, andei sumida por conta da correria do trabalho. Mês de março, aniversário da cidade, são muitas pautas. Mas já estou preparando um novo post. Por enquanto, eu queria compartilhar com vocês uma matéria muito interessante publicada pela Infonet sobre depressão pós-parto.

O tema é polêmico e, na maioria das vezes, é difícil tratar do assunto sem julgamentos. Por isso, o esgotamento do tema nunca é demais!! Segue a matéria e o link onde fui publicada.


DPP: uma avalanche de sentimentos
A Depressão pós-parto é mais comum do que se pode imaginar. Saiba por que a doença ainda é cercada de tabus e conheça o exemplo de quem venceu
29/03/2011 - 07:28
"A mulher é cometida por várias mudanças físicas e emocionais durante a gravidez", diz a psicóloga  
Insegurança, medo, tristeza, dor, solidão, fragilidade, angústia e falta de vontade de viver. Para algumas mães, esses sentimentos podem se manifestar no período mais feliz da vida: o nascimento do filho. Na última segunda-feira, 28, o caso de uma mãe suspeita de matar as filhas gêmeas logo após o parto, chamou a atenção de populares de um povoado do município de Simão Dias. O fato levanta a questão para os perigos da Depressão pós-parto (DPP), uma doença que pode levar a morte.
Para a professora e publicitária, Patrícia Lins, que atualmente mantém um blog sobre o tema, a Depressão pós-parto (DPP) foi sentida 10 dias após o nascimento do filho Pedro Henrique, cariosamente chamado de Peu.
“Não reneguei meu filho, nem tentei nada contra ele, como é comum acontecer. Eu reneguei a mim. Não me achava digna de ter um filho tão lindo. A ajuda da família é fundamental. Mesmo com todos
Josefa é suspeita de ter matado as filhas gêmeas logo após o parto (Foto: Portal Infonet)
me ajudando eu me sentia sozinha. Era como se eu estivesse num buraco tão fundo e escuro que eu via um ponto de luz, mas não tinha forças para alcançá-lo e preferia, então, fechar os olhos e esperar o fim – literalmente, eu queria morrer”, conta a publicitária que tinha sintomas, como crises, choro e ficava irritada facilmente.
Em entrevista ao Portal Infonet, Patrícia Lins, a Pat, menciona que mesmo com os sintomas não aceitava fazer tratamento e foi preciso a ajuda da família e principalmente o reconhecimento da doença para procurar ajuda especializada. “A DPP é uma doença, grave e perigosa. Precisa ser bem diagnosticada e tratada. Como se tratava de uma adulta, por mais que a família quisesse ajudar, eles não podiam passar por cima de mim e do que parecia ser minha vontade – sendo que eu tinha ausência de vontade. Por isso, digo que para ajudar, tem que saber o que precisa ser feito e respeitar o tempo e o espaço da mulher com DPP. Isso serve para qualquer doença, pessoa ou situação de conflito”, lembra.

“A dor só dói enquanto está doendo, depois, passa, e passa mesmo!”, Pat (Foto: Arquivo Pessoal)
Conflito
A publicitária diz que a doença chegou ao ponto dela deixar o filho chorando com fome. “Ficava espremida num canto da casa chorando junto e gritando por socorro. Era muita dor e desespero, eu queria fazer o que é simples e normal, mas, não conseguia. A sensação que tive foi que fui vítima de um terremoto seguido por um tsunami e nada podia fazer para mudar a realidade”, relata.
“Uma amiga que é psicóloga me disse que teve DPP da segunda filha e, depois de anos de terapia, descobriu que depressão é uma dor tão profunda que nós não temos como saber onde e porquê, por isso, não é tão fácil. Muita gente me dizia: “tem que ter força de vontade”. Eu, como sempre tive muita facilidade para me expressar, formulei uma bela resposta e respondia: “força de vontade maior do que me deixar viva, só se eu conseguir o que tanto desejo, que é me matar...”. Ah, as pessoas ficavam horrorizadas com minha resposta. Mas, era verdade. Todo depressivo é um suicida em potencial. Eu tentei me matar três vezes e graças à Deus não consegui. A força que tinha era uma reserva mínima para me manter viva. Quando fiz a terapia certa, consegui ter tempo para minha cabeça”, fala.
“É preciso aceitar e se tratar, é um exercício diário, como ginástica e musculação", fala a publicitária
Recomeço
“Tem uma frase que usei muito durante as crises e dei nome ao blog: “a dor só dói enquanto está doendo, depois, passa!”e passa mesmo. Durante o sofrimento nada melhor do que o tempo. Eu só faltava 'pular no pescoço' de quem me dizia: isso vai passar. Mas, não é que eles estavam certos? O que é importante frisar é que se trata de uma doença e tem tratamento o que atrapalha é o preconceito, o tabu, o medo de ser taxada de anormal. Ninguém pede para ter problema, mas, já que eles aparecem, a solução é muito melhor do que aumentar o que já está ruim. O tabu é um empecilho muito maior”, salienta.
Distância saudável
Após o período de Depressão pós-parto que durou mais de ano, Patrícia Lins, diz que a cura existe apesar de não ser fácil, nem simples ou indolor. “É preciso aceitar e se tratar, é um exercício diário, como ginástica e musculação. É preciso ter disciplina, superar o medo de ser taxada de maluca, doida ou algo parecido. Para me livrar precisei mais de mim do que supunha precisar. Enquanto não recobrava as forças, enquanto estava “fraca”, mantinha distância do quem me fosse prejudicial. Não
"O mais importante é iniciar logo o tratamento", lembra a psicóloga
era hora de entrar em atritos, estava instável, mas na luta pela minha sobrevivência. A superação é diária. O mínimo de cobrança é imprescindível. Estar aberto e procurar ler, conversar e conhecer pessoas com o mesmo problema fortalece”, recomenda.
Ajuda profissional
A psicóloga clínica Ana Karine Braga explica que a mulher é cometida por várias mudanças físicas e emocionais durante a gravidez e mesmo depois de ter o bebê. Essas mudanças podem deixar as mães tristes, ansiosas, confusas ou com medo. Para muitas mulheres esses sentimentos vão embora rápido, mas quando permanecem ou pioram a mulher pode vir a ter depressão pós-parto. “Os sintomas são tristeza, irritabilidade, cansaço, insônia, inibição ou aumento de apetite, ansiedade, desinteresse pelo sexo e angústia”, descreve a psicóloga, que diz ainda que é muito difícil saber se a mãe terá ou não depressão após o parto.
“Obviamente, mulheres com um quadro depressivo anterior à gravidez requerem uma atenção maior, porém, a situação da gestação também é um fator a ser avaliado. Uma gravidez rejeitada,
Ao lado do filho, a psicóloga lembra que é importante o envolvimento da família durante o tratamento
por exemplo, existe mais probabilidade de provocar uma associação deste tipo de problema com o bebê. Outros fatores relacionados às condições do parto, à situação social e familiar da mulher, gerando sobrecarga, também podem desencadear o transtorno”, afirma Ana Braga, acrescentando que a Depressão pós-parto pode acontecer por alguns dias ou até meses depois do parto de qualquer um dos filhos.
“Não existe um trabalho especifico para prevenção da depressão pós-parto. Mas o pré-natal além de orientar a mãe e prevenir uma série de doenças e problemas com a mãe e o bebê também seve como prevenção do transtorno. Durante o pré-natal os médicos procuram dar segurança à mãe tanto em termos orgânicos como psicológicos, fazendo com que a gravidez da paciente seja mais tranqüila e com um grau de informação significativa”, garante a psicóloga.
Tratamento
Neste período a família também precisa ser envolvida no tratamento, participar das terapias para aprender a lidar com o problema facilitando assim a recuperação da mãe. “É difícil dizer quanto tempo pode durar o transtorno. Alguns casos duram semanas e outros anos. O mais importante é iniciar o tratamento desde o momento em que a família suspeite que exista algo errado com a mãe. A depressão pós-parto é tratada com terapia psicológica e medicação”, destaca a médica Ana Karine Braga.
Se você já sofreu ou conhece alguém que teve a doença, utilize o espaço de comentários e conte a sua história.
Por Kátia Susanna

Fonte: http://www.infonet.com.br/saude/ler.asp?id=111296&titulo=especial




terça-feira, 22 de março de 2011

MEU PRIMEIRO "MAMA"

Esperei por esse momento desde que soube que estava grávida. Hoje minha Maria falou "mama" pela primeira vez. Sei que ela não faz idéia do que está falando, mas eu sei... e muito bem!!


Nunca pensei que um dia seria chamada de mamãe. E ouvir isso de Maria Joana é encantador. Quanto mais a conheço, mais me apaixono por ela! =)




Interação perfeita: eu falo com Maria e ela responde com a mãozinha no meu rosto. Se ela pudesse falar, ao invés de sentir seu toque inocente, o que será que eu ouviria nesse momento?


segunda-feira, 21 de março de 2011

POR UMA INFÂNCIA SEM RACISMO

Quais os impactos do racismo na infância? Pergunta complexa, né?! Esse é o grande questionamento de uma campanha nacional lançada pela Unicef com o intuito de erradicar o fosso existente entre os negros, índios e brancos no Brasil.  

É muito difícil mobilizar a sociedade brasileira para a necessidade de assegurar a igualdade étnico-racial desde a infância. Mas, de acordo com a campanha, o combate ao racismo implica valorizar as diferenças, promovendo a igualdade de tratamento e oportunidades para cada brasileiro. Esse é o grande desafio da campanha e de todos que decidirem abraçá-la.

Crianças não nascem racistas, elas aprendem a ser racistas
Um dos grandes militantes da campanha é o embaixador da Unicef no Brasil, o ator Lázaro Ramos, que gravou um vídeo de quatro minutos no qual fala sobre a situação das crianças negras e indígenas no Brasil. Não encontrei o vídeo, mas divido com vocês a versão menor, de 27 segundos, preparada para ser veiculada nos canais de televisão que apoiam a campanha.



Outra peça promocional da campanha é o folheto institucional que propõe “Dez maneiras de contribuir para uma infância sem racismo”, com orientações sobre como identificar, evitar e combater atitudes e ações discriminatórias. 


10 maneiras de contribuir

1. Eduque as crianças para o respeito à diferença. Ela está nos tipos de brinquedos, nas línguas faladas, nos vários costumes entre os amigos e pessoas de diferentes culturas, raças e etnias. As diferenças enriquecem nosso conhecimento.

2. Textos, histórias, olhares, piadas e expressões podem ser estigmatizantes com outras crianças, culturas e tradições. Indigne-se e esteja alerta se isso acontecer.

3. Não classifique o outro pela cor da pele; o essencial você ainda não viu. Lembre-se: racismo é crime.

4. Se seu filho ou filha foi discriminado, abrace-o, apoie-o. Mostre-lhe que a diferença entre as pessoas é legal e que cada um pode usufruir de seus direitos igualmente.

Toda criança tem o direito de crescer sem ser discriminada.

5. Não deixe de denunciar. Em todos os casos de discriminação, você deve buscar defesa no conselho tutelar, nas ouvidorias dos serviços públicos, na OAB e nas delegacias de proteção à infância e adolescência. A discriminação é uma violação de direitos.

6. Proporcione e estimule a convivência de crianças de diferentes raças e etnias nas brincadeiras, nas salas de aula, em casa ou em qualquer outro lugar.

7. Valorize e incentive o comportamento respeitoso e sem preconceito em relação à diversidade étnico-racial.

8. Muitas empresas estão revendo sua política de seleção e de pessoal com base na multiculturalidade e na igualdade racial. Procure saber se o local onde você trabalha participa também dessa agenda. Se não, fale disso com seus colegas e supervisores.

9. Órgãos públicos de saúde e de assistência social estão trabalhando com rotinas de atendimento sem discriminação para famílias indígenas e negras. Você pode cobrar essa postura dos serviços de saúde e sociais da sua cidade. Valorize as iniciativas nesse sentido.

10. As escolas são grandes espaços de aprendizagem. Em muitas, as crianças e os adolescentes estão aprendendo sobre a história e a cultura dos povos indígenas e da população negra; e como enfrentar o racismo. Ajude a escola de seus filhos a também adotar essa postura.

Cartaz da campanha
E você? O que você faz para erradicar o preconceito na criação do seu filho?

MODA - SANDÁLIAS

Nossa, faz muito calor em Aracaju!! O verão desse ano veio com tudo... por isso, o ideal é utilizar roupas e sandálias leves e fresquinhas. No caso das crianças a gente precisa aliar o conforto à beleza, afinal de contas nossos pequeninos não podem fazer feio na rua. rsrs.

Então, a dica de hoje é de sandálias bonitas, leves e confortáveis para meninos e meninas. São os novos modelos da Klin, com cores e designers bastante modernos. Fica a dica!!

Abaixo da imagem, os modelos e tamanhos disponíveis.

   

Veja a numeração disponível de cada modelo:

1. Sandália Bambini – Tam.: 16 ao 22
2. Sandália Charminho Flower - Tam.: 22 ao 27
3. Sandália Charminho Flower - Tam.: 22 ao 27
4. Sandália Charminho Flower - Tam.: 22 ao 27
5. Sandália Charminho Flower - Tam.: 22 ao 27
6. Sandália Milk - Tam.: 16 ao 22
7. Sandália Sugar - Tam.: 16 ao 22
8. Papete Baby Light - Tam.: 20 ao 27
9. Papete Baby Light – Tam.: 20 ao 27
10. Sandália Sugar - Tam.: 16 ao 22
11. Papete Esportiva - Tam.: 25 ao 32
12. Papete Esportiva - Tam.: 25 ao 32

sábado, 19 de março de 2011

FESTINHA - ANA CAROLINA

Ontem minha Maria foi à festinha de aniversário da priminha Ana Carolina!! Dois aninhos, imaginem só que dengo! O tema da festa foi princesas e tudo foi muito caprichosamente ornamentado pela prendada Luciene, que não tem orkut nem facebook, mas mesmo assim eu a menciono. É esposa do padrinho de Maria Joana. =) 

De vestido e sandálias novinhos em folha, Maria estava "se achando". Até tentei tirar fotos da aniversariante e das outras crianças pra fazer a próxima sessão sobre moda, mas quem disse que se consegue? Eles não param quietos!!

Então, lá vão as fotos... =)

A mesa de presentes com o banner ao fundo

Banner da aniversariante
 
Pote de pirulitos e jujubas =)

Recipiente das balinhas

O bolo super-hiper-mega produzidaço...
detalhe para a marca de dedo "by Arthurzinho"

Miguel, irmãozinho de Ana Carolina, recarregando as energias

Mariazinha dialogando com a bisavó

A aniversariante... ô coisa difícil é tirar foto dela.

Maria sendo paparicada pela avó Marlene

Esses paparazzi não deixam minha filha em paz.. rsrs