quarta-feira, 30 de março de 2011

Segurando a mamadeira... e jogando videogame!!

Minha Maria já está se achando, só porque consegue segurar a mamadeira sozinha. Toda vez que eu vou dar a mamadeira, ela já toma da minha mão. Gente, é muita folga, né não?! Minha filha cada vez mais criando independência! =)

Segurando com as duas mãos...

... e com uma só também!! =)



Ah!! E também quer jogar Playstation, hein?! Não pode ver o pai jogando que quer tomar o controle. Repare se eu posso com isso...

Diz ela que é jogadora!! hahaha

terça-feira, 29 de março de 2011

Depressão pós-parto

Nesta última semana, andei sumida por conta da correria do trabalho. Mês de março, aniversário da cidade, são muitas pautas. Mas já estou preparando um novo post. Por enquanto, eu queria compartilhar com vocês uma matéria muito interessante publicada pela Infonet sobre depressão pós-parto.

O tema é polêmico e, na maioria das vezes, é difícil tratar do assunto sem julgamentos. Por isso, o esgotamento do tema nunca é demais!! Segue a matéria e o link onde fui publicada.


DPP: uma avalanche de sentimentos
A Depressão pós-parto é mais comum do que se pode imaginar. Saiba por que a doença ainda é cercada de tabus e conheça o exemplo de quem venceu
29/03/2011 - 07:28
"A mulher é cometida por várias mudanças físicas e emocionais durante a gravidez", diz a psicóloga  
Insegurança, medo, tristeza, dor, solidão, fragilidade, angústia e falta de vontade de viver. Para algumas mães, esses sentimentos podem se manifestar no período mais feliz da vida: o nascimento do filho. Na última segunda-feira, 28, o caso de uma mãe suspeita de matar as filhas gêmeas logo após o parto, chamou a atenção de populares de um povoado do município de Simão Dias. O fato levanta a questão para os perigos da Depressão pós-parto (DPP), uma doença que pode levar a morte.
Para a professora e publicitária, Patrícia Lins, que atualmente mantém um blog sobre o tema, a Depressão pós-parto (DPP) foi sentida 10 dias após o nascimento do filho Pedro Henrique, cariosamente chamado de Peu.
“Não reneguei meu filho, nem tentei nada contra ele, como é comum acontecer. Eu reneguei a mim. Não me achava digna de ter um filho tão lindo. A ajuda da família é fundamental. Mesmo com todos
Josefa é suspeita de ter matado as filhas gêmeas logo após o parto (Foto: Portal Infonet)
me ajudando eu me sentia sozinha. Era como se eu estivesse num buraco tão fundo e escuro que eu via um ponto de luz, mas não tinha forças para alcançá-lo e preferia, então, fechar os olhos e esperar o fim – literalmente, eu queria morrer”, conta a publicitária que tinha sintomas, como crises, choro e ficava irritada facilmente.
Em entrevista ao Portal Infonet, Patrícia Lins, a Pat, menciona que mesmo com os sintomas não aceitava fazer tratamento e foi preciso a ajuda da família e principalmente o reconhecimento da doença para procurar ajuda especializada. “A DPP é uma doença, grave e perigosa. Precisa ser bem diagnosticada e tratada. Como se tratava de uma adulta, por mais que a família quisesse ajudar, eles não podiam passar por cima de mim e do que parecia ser minha vontade – sendo que eu tinha ausência de vontade. Por isso, digo que para ajudar, tem que saber o que precisa ser feito e respeitar o tempo e o espaço da mulher com DPP. Isso serve para qualquer doença, pessoa ou situação de conflito”, lembra.

“A dor só dói enquanto está doendo, depois, passa, e passa mesmo!”, Pat (Foto: Arquivo Pessoal)
Conflito
A publicitária diz que a doença chegou ao ponto dela deixar o filho chorando com fome. “Ficava espremida num canto da casa chorando junto e gritando por socorro. Era muita dor e desespero, eu queria fazer o que é simples e normal, mas, não conseguia. A sensação que tive foi que fui vítima de um terremoto seguido por um tsunami e nada podia fazer para mudar a realidade”, relata.
“Uma amiga que é psicóloga me disse que teve DPP da segunda filha e, depois de anos de terapia, descobriu que depressão é uma dor tão profunda que nós não temos como saber onde e porquê, por isso, não é tão fácil. Muita gente me dizia: “tem que ter força de vontade”. Eu, como sempre tive muita facilidade para me expressar, formulei uma bela resposta e respondia: “força de vontade maior do que me deixar viva, só se eu conseguir o que tanto desejo, que é me matar...”. Ah, as pessoas ficavam horrorizadas com minha resposta. Mas, era verdade. Todo depressivo é um suicida em potencial. Eu tentei me matar três vezes e graças à Deus não consegui. A força que tinha era uma reserva mínima para me manter viva. Quando fiz a terapia certa, consegui ter tempo para minha cabeça”, fala.
“É preciso aceitar e se tratar, é um exercício diário, como ginástica e musculação", fala a publicitária
Recomeço
“Tem uma frase que usei muito durante as crises e dei nome ao blog: “a dor só dói enquanto está doendo, depois, passa!”e passa mesmo. Durante o sofrimento nada melhor do que o tempo. Eu só faltava 'pular no pescoço' de quem me dizia: isso vai passar. Mas, não é que eles estavam certos? O que é importante frisar é que se trata de uma doença e tem tratamento o que atrapalha é o preconceito, o tabu, o medo de ser taxada de anormal. Ninguém pede para ter problema, mas, já que eles aparecem, a solução é muito melhor do que aumentar o que já está ruim. O tabu é um empecilho muito maior”, salienta.
Distância saudável
Após o período de Depressão pós-parto que durou mais de ano, Patrícia Lins, diz que a cura existe apesar de não ser fácil, nem simples ou indolor. “É preciso aceitar e se tratar, é um exercício diário, como ginástica e musculação. É preciso ter disciplina, superar o medo de ser taxada de maluca, doida ou algo parecido. Para me livrar precisei mais de mim do que supunha precisar. Enquanto não recobrava as forças, enquanto estava “fraca”, mantinha distância do quem me fosse prejudicial. Não
"O mais importante é iniciar logo o tratamento", lembra a psicóloga
era hora de entrar em atritos, estava instável, mas na luta pela minha sobrevivência. A superação é diária. O mínimo de cobrança é imprescindível. Estar aberto e procurar ler, conversar e conhecer pessoas com o mesmo problema fortalece”, recomenda.
Ajuda profissional
A psicóloga clínica Ana Karine Braga explica que a mulher é cometida por várias mudanças físicas e emocionais durante a gravidez e mesmo depois de ter o bebê. Essas mudanças podem deixar as mães tristes, ansiosas, confusas ou com medo. Para muitas mulheres esses sentimentos vão embora rápido, mas quando permanecem ou pioram a mulher pode vir a ter depressão pós-parto. “Os sintomas são tristeza, irritabilidade, cansaço, insônia, inibição ou aumento de apetite, ansiedade, desinteresse pelo sexo e angústia”, descreve a psicóloga, que diz ainda que é muito difícil saber se a mãe terá ou não depressão após o parto.
“Obviamente, mulheres com um quadro depressivo anterior à gravidez requerem uma atenção maior, porém, a situação da gestação também é um fator a ser avaliado. Uma gravidez rejeitada,
Ao lado do filho, a psicóloga lembra que é importante o envolvimento da família durante o tratamento
por exemplo, existe mais probabilidade de provocar uma associação deste tipo de problema com o bebê. Outros fatores relacionados às condições do parto, à situação social e familiar da mulher, gerando sobrecarga, também podem desencadear o transtorno”, afirma Ana Braga, acrescentando que a Depressão pós-parto pode acontecer por alguns dias ou até meses depois do parto de qualquer um dos filhos.
“Não existe um trabalho especifico para prevenção da depressão pós-parto. Mas o pré-natal além de orientar a mãe e prevenir uma série de doenças e problemas com a mãe e o bebê também seve como prevenção do transtorno. Durante o pré-natal os médicos procuram dar segurança à mãe tanto em termos orgânicos como psicológicos, fazendo com que a gravidez da paciente seja mais tranqüila e com um grau de informação significativa”, garante a psicóloga.
Tratamento
Neste período a família também precisa ser envolvida no tratamento, participar das terapias para aprender a lidar com o problema facilitando assim a recuperação da mãe. “É difícil dizer quanto tempo pode durar o transtorno. Alguns casos duram semanas e outros anos. O mais importante é iniciar o tratamento desde o momento em que a família suspeite que exista algo errado com a mãe. A depressão pós-parto é tratada com terapia psicológica e medicação”, destaca a médica Ana Karine Braga.
Se você já sofreu ou conhece alguém que teve a doença, utilize o espaço de comentários e conte a sua história.
Por Kátia Susanna

Fonte: http://www.infonet.com.br/saude/ler.asp?id=111296&titulo=especial




terça-feira, 22 de março de 2011

MEU PRIMEIRO "MAMA"

Esperei por esse momento desde que soube que estava grávida. Hoje minha Maria falou "mama" pela primeira vez. Sei que ela não faz idéia do que está falando, mas eu sei... e muito bem!!


Nunca pensei que um dia seria chamada de mamãe. E ouvir isso de Maria Joana é encantador. Quanto mais a conheço, mais me apaixono por ela! =)




Interação perfeita: eu falo com Maria e ela responde com a mãozinha no meu rosto. Se ela pudesse falar, ao invés de sentir seu toque inocente, o que será que eu ouviria nesse momento?


segunda-feira, 21 de março de 2011

POR UMA INFÂNCIA SEM RACISMO

Quais os impactos do racismo na infância? Pergunta complexa, né?! Esse é o grande questionamento de uma campanha nacional lançada pela Unicef com o intuito de erradicar o fosso existente entre os negros, índios e brancos no Brasil.  

É muito difícil mobilizar a sociedade brasileira para a necessidade de assegurar a igualdade étnico-racial desde a infância. Mas, de acordo com a campanha, o combate ao racismo implica valorizar as diferenças, promovendo a igualdade de tratamento e oportunidades para cada brasileiro. Esse é o grande desafio da campanha e de todos que decidirem abraçá-la.

Crianças não nascem racistas, elas aprendem a ser racistas
Um dos grandes militantes da campanha é o embaixador da Unicef no Brasil, o ator Lázaro Ramos, que gravou um vídeo de quatro minutos no qual fala sobre a situação das crianças negras e indígenas no Brasil. Não encontrei o vídeo, mas divido com vocês a versão menor, de 27 segundos, preparada para ser veiculada nos canais de televisão que apoiam a campanha.



Outra peça promocional da campanha é o folheto institucional que propõe “Dez maneiras de contribuir para uma infância sem racismo”, com orientações sobre como identificar, evitar e combater atitudes e ações discriminatórias. 


10 maneiras de contribuir

1. Eduque as crianças para o respeito à diferença. Ela está nos tipos de brinquedos, nas línguas faladas, nos vários costumes entre os amigos e pessoas de diferentes culturas, raças e etnias. As diferenças enriquecem nosso conhecimento.

2. Textos, histórias, olhares, piadas e expressões podem ser estigmatizantes com outras crianças, culturas e tradições. Indigne-se e esteja alerta se isso acontecer.

3. Não classifique o outro pela cor da pele; o essencial você ainda não viu. Lembre-se: racismo é crime.

4. Se seu filho ou filha foi discriminado, abrace-o, apoie-o. Mostre-lhe que a diferença entre as pessoas é legal e que cada um pode usufruir de seus direitos igualmente.

Toda criança tem o direito de crescer sem ser discriminada.

5. Não deixe de denunciar. Em todos os casos de discriminação, você deve buscar defesa no conselho tutelar, nas ouvidorias dos serviços públicos, na OAB e nas delegacias de proteção à infância e adolescência. A discriminação é uma violação de direitos.

6. Proporcione e estimule a convivência de crianças de diferentes raças e etnias nas brincadeiras, nas salas de aula, em casa ou em qualquer outro lugar.

7. Valorize e incentive o comportamento respeitoso e sem preconceito em relação à diversidade étnico-racial.

8. Muitas empresas estão revendo sua política de seleção e de pessoal com base na multiculturalidade e na igualdade racial. Procure saber se o local onde você trabalha participa também dessa agenda. Se não, fale disso com seus colegas e supervisores.

9. Órgãos públicos de saúde e de assistência social estão trabalhando com rotinas de atendimento sem discriminação para famílias indígenas e negras. Você pode cobrar essa postura dos serviços de saúde e sociais da sua cidade. Valorize as iniciativas nesse sentido.

10. As escolas são grandes espaços de aprendizagem. Em muitas, as crianças e os adolescentes estão aprendendo sobre a história e a cultura dos povos indígenas e da população negra; e como enfrentar o racismo. Ajude a escola de seus filhos a também adotar essa postura.

Cartaz da campanha
E você? O que você faz para erradicar o preconceito na criação do seu filho?

MODA - SANDÁLIAS

Nossa, faz muito calor em Aracaju!! O verão desse ano veio com tudo... por isso, o ideal é utilizar roupas e sandálias leves e fresquinhas. No caso das crianças a gente precisa aliar o conforto à beleza, afinal de contas nossos pequeninos não podem fazer feio na rua. rsrs.

Então, a dica de hoje é de sandálias bonitas, leves e confortáveis para meninos e meninas. São os novos modelos da Klin, com cores e designers bastante modernos. Fica a dica!!

Abaixo da imagem, os modelos e tamanhos disponíveis.

   

Veja a numeração disponível de cada modelo:

1. Sandália Bambini – Tam.: 16 ao 22
2. Sandália Charminho Flower - Tam.: 22 ao 27
3. Sandália Charminho Flower - Tam.: 22 ao 27
4. Sandália Charminho Flower - Tam.: 22 ao 27
5. Sandália Charminho Flower - Tam.: 22 ao 27
6. Sandália Milk - Tam.: 16 ao 22
7. Sandália Sugar - Tam.: 16 ao 22
8. Papete Baby Light - Tam.: 20 ao 27
9. Papete Baby Light – Tam.: 20 ao 27
10. Sandália Sugar - Tam.: 16 ao 22
11. Papete Esportiva - Tam.: 25 ao 32
12. Papete Esportiva - Tam.: 25 ao 32

sábado, 19 de março de 2011

FESTINHA - ANA CAROLINA

Ontem minha Maria foi à festinha de aniversário da priminha Ana Carolina!! Dois aninhos, imaginem só que dengo! O tema da festa foi princesas e tudo foi muito caprichosamente ornamentado pela prendada Luciene, que não tem orkut nem facebook, mas mesmo assim eu a menciono. É esposa do padrinho de Maria Joana. =) 

De vestido e sandálias novinhos em folha, Maria estava "se achando". Até tentei tirar fotos da aniversariante e das outras crianças pra fazer a próxima sessão sobre moda, mas quem disse que se consegue? Eles não param quietos!!

Então, lá vão as fotos... =)

A mesa de presentes com o banner ao fundo

Banner da aniversariante
 
Pote de pirulitos e jujubas =)

Recipiente das balinhas

O bolo super-hiper-mega produzidaço...
detalhe para a marca de dedo "by Arthurzinho"

Miguel, irmãozinho de Ana Carolina, recarregando as energias

Mariazinha dialogando com a bisavó

A aniversariante... ô coisa difícil é tirar foto dela.

Maria sendo paparicada pela avó Marlene

Esses paparazzi não deixam minha filha em paz.. rsrs


quarta-feira, 16 de março de 2011

ENTREVISTA - JULLYANA FONSÊCA


Jullyana Fonsêca é formada em administração e atualmente trabalha na área administrativa de um hospital. Sua maior realização é a rotina de mãe ao lado de Murilinho, de apenas 1 ano e 4 meses!! Idade gostosa, né?! Ela também acha. 

"Adoro livros, cinema, uma boa música, sair com os amigos, mas tudo isso fica um pouco mais raro por conta do pequeno. Mas os programas mais especiais são mesmo os que faço com ele", diz Jully. 

Ela se diz uma mulher extremamente determinada, tranquila e com planos especiais para realizar ao lado de Murilinho. "A maternidade me tornou uma pessoa mais calma, paciente e reponsável". Será que isso acontece com todas as mães? 

Blog - O que fez quando soube que Murilo estava para chegar?
Jully - Fiquei extremamente feliz, principalmente porque soube no dia do aniversário do papai. Me senti a mulher mais especial do mundo, mas no fundo também havia uma sensação de medo, receio... A gravidez foi muito desejada, até mais do que planejada [risos]. Eu fazia testes de farmácia todos os meses, porque o papai extremamente ansioso ficava na expectativa... até que um deu positivo, e aí... minha família ficou radiante, isso pra mim era suficiente!!! Principalmente minha mãe e minha irmã... elas não cabiam em si de felicidade!! Todos amaram a notícia.

"É uma coisa que não se explica"
Blog - Em que momento você começou a imaginar sua criança fora da barriga? No que você mais pensava?
Jully - Desde o momento que descobri que ela estava dentro da minha barriga.. rsrsrs. 

Pensava mais na verdade se eu seria capaz o suficiente de criá-la bem, com dignidade, e em todo o amor e carinho que eu já tinha e que teria mais a cada dia!


Blog - O que sentiu quando viu pela primeira vez o rostinho de seu filho? E quando deu mama pela primeira vez?
Jully - Na verdade é uma coisa que não se explica, mas não pude acreditar que eu havia gerado e que ele havia saído de dentro de mim, que era meu, que Deus havia me dado um presente tão perfeito. Agradeci a Deus, inúmeras vezes... foi o momento mais emocionante e forte da minha vida, e amamentar... alimentá-lo de mim mesma... foi perfeito!

Blog - Como chama seu filho? Tem algum apelido carinhoso?
Jully - Chamo geralmente de Lilo, Murilinho, "mainha", amor ...

Blog - Qual foi a primeira palavra que ele falou?
Jully - MAMÃ :), suspeito isso né? mas é verdade!!

Jully e Murilo admirando o mar
Blog - Qual a principal qualidade de Murilo?
Jully - Ah, tem muitassss rsrsrs... dificil falar né, são tantas. Lilo é extremamente carinhoso, e pode crer apesar de pequenininho, ele é muito palhaço!

Blog - Qual a melhor hora do dia para você e seu filho?
Jully - Como eu trabalho o dia todo, à noite é o momento que a gente se curte mais, mas também aproveito ao máximo, aproveito muito mesmo, todas as noites brinco com ele, tiro fotos, faço vídeos... a gente se diverte! Conto as horas pra chegar em casa...

Blog - Ele já está na escolinha? Qual foi a melhor coisa que você acha que ele aprendeu lá até hoje?
Jully - Pela manhã ele fica num hotelzinho excelente, o Ser Criança, que já estimula para a escola também. Como ele adooora crianças, acredito que brincar com os amiguinhos seja o que ele mais gosta de fazer. Ele se desenvolveu bastante!

Blog - Qual a música preferida dele? E o filme, qual o preferido? E o programa de TV?
Jully - Ele gosta muito de "O pintinho amarelinho", mas dança qualquer coisa... Quanto a filmes não tem nada específico, é difícil Murilinho ficar muito tempo parado rsrsrs, mas o vídeo é a Galinha Pintadinha e Pica-pau também, ele gosta bastante.

Blog - O que mais irrita seu filho?
Jully - Dizer que ele não pode fazer uma coisa que ele já esteja fazendo...dizer NÃO a ele o deixa bem irritado!

Blog - O que mais o deixa alegre?
Jully - Brincar com ele, deixá-lo correr, interagir... quando eu o pai brincamos com ele, dá pra notar que ele fica bem feliz!

Murilo posa com a camisa do Flamengo
Blog - Qual o brinquedo que ele mais gosta?
Jully - Ele gosta muito do carrinho de controle remoto que ganhou no Natal, aviões e bola também atraem muito a atenção dele... mas geralmente ele se interessa muito por coisas que não são de brinquedo, e que quase sempre ele não pode pegar! rsrsrs

Blog - O que ele faz que mais te deixa impressionada?
Jully - A facilidade de aprender as coisas, basta ensinar uma única vez... Lilo é bem inteligente!

Blog - Qual o lugar que ele mais gosta de ir?
Jully - Ele gosta bastante do play do shopping... mas qualquer lugar que ele possa correr já o deixa bem satisfeito.

Blog - Depois que você virou mãe, o que mais mudou em sua vida? 
Jully - A maternidade me fez perceber que eu já queria ser mãe muito antes de saber disso... eu tinha a necessidade de sentir um amor incomensurável, indescritível... uma coisa maior e mais forte que eu, mais importante que qualquer coisa, que desse sentido à minha vida, e foi exatamente isso que Murilo me trouxe, todos os sentimentos mais incríveis e especiais que se pode ter. Tornou tudo melhor e mais especial, a minha vida, a minha família, o meu mundo. Não me dou o direito de pedir mais nada a Deus hoje, somente saúde e paz... porque as melhores bençãos Ele já me deu, meu Murilo.

"Se eu pudesse, daria a felicidade a meu filho"
Blog - Se estivesse ao seu alcance, o que você gostaria de dar ao seu filho?  
Jully - Felicidade, acredito que a felicidade possui todos os outros desejos, e é tudo que uma mae pode desejar...que seu filho seja feliz!

Blog - Qual o conselho que você dá às outras mamães?
Jully - Sejam realmente MÃES. É um dom único, que nem todos possuem, e se nos foi dado é porque somos únicas também! Amem as alegrias e também as dificuldades, amem as conquistas e as derrotas, os sonos e as noites perdidas... sintam prazer em ser mãe ...  sejam mães por toda a vida! Nós quem geramos, sentimos, parimos e os alimentamos de nós mesmas... não existe nada mais perfeito do que isso.

Homenagem da mamãe Jully a Murilinho!! =)


terça-feira, 15 de março de 2011

UM DIA TRISTE... =/

Quando viramos mãe, aos poucos percebemos que repetimos tudo aquilo que ridicularizávamos em nossas mães ou nas mães de nossos amigos. Uma velha frase não diz nada pra nós quando somos criança: "Quando você for mãe, você vai entender". Mas quando temos um filho, sentimos o que ela quer dizer de verdade... mesmo depois de tantos anos ouvindo isso sem dar importância. 

Hoje é o primeiro dia que chego para almoçar e minha bebê não está aqui pra me receber. Ela foi passar o dia na casa da bisavó. É sempre ela que me espera, de braços abertos, sacudindo as perninhas, com o cabelo assanhado de tanto se virar no carrinho e um sorrisinho no rosto que só ela tem. Não exagero quando digo que saio de casa pensando na hora de voltar pra ver esse sorrisinho só pra mim... é verdade.


E quando saí do trabalho senti um vazio, por saber que chegaria em casa e ela não estaria. A casa fica vazia sem a voz dela, sem o sorrisinho, sem tudo isso. Fiquei desejando que alguém me chamasse pra almoçar na rua ou em qualquer outro lugar, e até pensei em fazê-lo. Mas como tenho aula mais tarde, teria que passar em casa de qualquer jeito. 

Assumo meu sentimento, que pode parecer ridículo e infantil... mas só depois de ser mãe é que eu imagino o que minha mãe sentiu por diversas vezes. 

segunda-feira, 14 de março de 2011

SEIS MESES!!!

Na última quinta, 10, minha Maria completou seis meses! Sempre achei que seis meses é uma data tão especial pra quem tem um bebezinho... talvez por conta das expectativas que essa época traz. A espera do "mama", dos dentinhos nascendo, do dia que ela vai engatinhar ou caminhar, as mudanças na alimentação... enfim, é nessa época que vários elementos do desenvolvimento da criança vão surgindo cada vez mais fortes.

Poderia filosofar várias coisas... sobre minha experiência encantadora, as mudanças pessoais, a rotina, sobre o crescimento de minha filha, sobre os sorrisos, o trabalho que dá, as descobertas... poderia simplesmente chorar - como frequentemente me dá vontade de fazer quando estou na rua e tenho saudade de meu bebê - e dizer que amo uma pessoinha de tal forma que parece que meu coração vai voar pra fora do peito, em busca de mais espaço pra armazenar tanto amor!!

Mas o que mais me chama atenção em Maria Joana ultimamente é o olhar dela. Desde que ela nasceu, eu sinto o amor quando ela olha pra mim, acho que qualquer mãe sente. Mas hoje, quando eu falo com ela, quando eu abraço, pego no colo, quando dou mama, ou quando simplesmente me deito com ela no colchão... ela olha pra mim de um jeito encantador demais. Os olhinhos dela brilham comigo. 

Gente, não dá pra dizer como é gostoso sentir o amor de um bebê pela gente. Não é só comigo... à medida que ela vê o pai, as avós, os priminhos... dá pra perceber que ela também demonstra seus sentimentos de amor. Mas é claro que eu vou puxar minha sardinha, né?! rsrs.

Da semana passada pra cá venho conversando com Maria, estimulando-a a falar "mama". Até usei uma boneca que ela ganhou que fica "falando" mamãe quando aperta o botão na barriguinha. Mas já apertei tanto que a pilha acabou... =/

Nos últimos dias tenho tirado poucas fotos dela, ando meio sem tempo. Essas aulas diárias na auto escola revolucionaram minha rotina. Mas prometo atualizar as imagens da minha princesa dos olhos de amêndoa - cada vez mais de amêndoa. =)

Parece ridículo, mas já comecei a escrever uma cartinha pra ela... quando terminar, vou pensar se posto por aqui. Ela tem uma caixinha de recordações, que é aonde eu vou guardar essa cartinha. 

"Pri, o que tem na caixinha de recordações dela?"

Tem o teste de farmácia que acusou minha gravidez, o primeiro frasquinho de perfume dela, o umbigo enrolado em gase e a pulseirinha da maternidade. rsrsrs. Quem mandou ter uma mãe saudosista? =)

domingo, 13 de março de 2011

MODA PRAIA

Ninguém aguenta esse calor!!! Ventilador, ar condicionado, roupas mais curtas... todos os artifícios são válidos pra aliviar essa sensação de mormaço que atinge a nossa cidade nesse verão. E as crianças? Bom, a depender da idade, elas são mais "privilegiadas" por terem o direito de andar até mesmo peladas, se quiserem. Sem repressões, sem vergonhas... tudo é liberado para elas.

Mas há aqueles papais e mamães que fazem questão de enfeitar seus pequenos em qualquer ocasião - tenho a ligeira impressão de que serei assim.. rsrs. Em "homenagem" ao verão, a dica de moda de hoje é praia!!! Estampas, listras, frufrus, florzinhas, sunguinhas... está tudo incluso no pacote!! Claro, sem esquecer o conforto e a qualidade. Vamos lá?

Kit praia branco - que fica lindíssimo em crianças negras -
com estampas de borboleta. A cara da alegria, né?! Esse é da Danizin.
Esse é estiloso demais!! Com cores diferentes
e divertidas, esse kit para meninos da Green by Missako se destaca!!
Gente, e esse conjuntinho da Lilica Ripilica?
É muito fofinho.. e tem lacinhos na lateral da calcinha e no sutiã!
 
Essas estampas dão uma cara inovadora aos dois conjuntinhos de biquini e maiô da Green by Missako. Digam se não é uma tentação...
Como essa sunga da Pupi tem uma cara mais
"adulta", eu recomendaria para crianças maiores... claro, estilosas!
 
E esse maiôzinho da Pupi?? Ah, é lindo demais!!
As borboletas em aplique e os babadinhos dão um ar brejeiro e gracioso.

Essa sunga da Danizin não tem uma combinação de cores interessante?
Azul com amarelo... difícil encontrar em roupas para meninos. Vai a dica.

E esse biquini da Pupi?? Bolinhas, babados,
estampas, muitas cores... completo para crianças criativas e alegres!!
Gostaram? Eu adorei... tô louca pra levar minha Maria pra praia, com maiôs e biquinis de várias cores!!! Agora, só pra finalizar o post de forma divertida, vejam que bebês fofinhos eu achei pesquisando sobre moda praia para crianças!! Os maiôs são da I´m not a baby.






Encerro por aqui... ufa!! Beijinhos!!! =)

sábado, 12 de março de 2011

AMOR MAIOR COM MARIA

Vejam o novo post do blog Amor Maior, da minha colega jornalista Karina Mendes!!! 

Adorei a foto e o textinho sobre a minha Maria!!! =)


domingo, 6 de março de 2011

CARNAVAL 2011

Um registro antes de sair de casa
Não gosto de reclamar da vida... mas reclamo, sim, de várias coisas da minha infância. Meus pais nunca me fantasiaram para o carnaval!! 

Não tenho nenhuma foto vestida com qualquer fantasia que seja. Eu sempre via crianças fantasiadas e ficava com inveja. Tinha vontade de arrancar as roupinhas das meninas, sair correndo e vestir. rsrs.

Portanto, pessoal... curtam a curtição de seus filhos!! Importem-se com o que eles admiram e sorriam com as alegrias deles!! E foi por isso que eu decidi que em todos os anos irei fantasiar minha princesa para o carnaval. 

Começando por esse, claro... seu primeiro carnaval de rua!!! 


Rodamos o centro da cidade - o pai e eu - atrás de uma fantasia graciosa que coubesse em Maria Joana. E encontramos... o preço foi meio salgadinho, mas valeu a pena!! No próximo ano, me lembrem de mandar a idéia para a costureira com antecedência. Além de economizar, ainda posso personalizar a roupinha dela. 

Ontem, sexta-feira de carnaval, a levamos para o Rasgadinho, totalmente no clima da festa.

Mariazinha fazendo sucesso na avenida... rsrs.
Gente, Maria Joana fez tanto sucesso que teve até gente pedindo pra tirar foto com ela. Todo mundo que passava, parava pra mexer com meu bebê. Até mesmo uma senhora me recomendou que colocasse uma folhinha de arruda no bracinho dela. 

Sem contar os meus conhecidos que paravam pra paparicá-la e passavam direto, sem nem olhar pra mim. Bem que me disseram que a partir de agora eu deixo de ser Priscila pra ser "a mãe de Maria Joana".. hahahaha. E com muito prazer!!
Aproveitando a festa no colo do pai

Eita bochechinha gostosa de mamãe!!

Interagindo com Terezinha

Todos juntos!

Até Caynã apareceu...
diz ele que tá paquerando Maria... rsrs.

quinta-feira, 3 de março de 2011

6º "MESVERSÁRIO" E CARNAVAL

Gente, sei que tô devendo novos posts... já estão me cobrando. #)

Na verdade, esses últimos dias estão sendo de adaptação, porque pela manhã estou de volta ao trabalho (ainda me acostumando à "nova" rotina após quase seis meses) e à tarde e às vezes à noite tenho aula de direção na auto-escola (todos os dias até o final do mês). Então, tempo eu até tenho de atualizar... falta-me um pouco de disposição, pra ser sincera.

Vamos às últimas (e mais recentes) novidades. No próximo dia 10, Maria Joana completa seis meses. Claro que o dia 10 sempre será especial pra mim em todos os meses. Mas o sexto "mesversário", eu acho especial... como alguns pais acham o aniversário de 15 anos especial. Minha filha chegou à metade de sua saga para completar um aninho. Quer coisa mais especial?

Então, pretendo comemorar de forma especial, embora singela. Mas ainda não sei o que fazer. Aceito sugestões!!

Ah! Amanhã começa o carnaval e é claro que, com pais boêmios, Mariazinha não poderia deixar de curtir seu primeiro carnaval. Amanhã à tarde pretendo comprar a fantasia, pra que ela possa distribuir seu lindo sorriso no Rasgadinho.

Já tenho uma idéia de fantasia, mas vou fazer um pouco de mistério. Depois eu posto as fotos... rsrsrs.

Jully, não estou esquecida da sua entrevista não, será publicada!!! =)

Beijos a todos e bom carnaval!!!